Comentários

Autor: O Editor

Tá de bobeira? Reveja três sagas reunidas em vídeos únicos, pela primeira vez em widescreen e full HD!





Mauricio Ricardo

Frango fiel

Autor: Menino do Hentai - Santa Luzia - MG

Essa nem god of war esperava.

Não, sem dúvida o dono dessa máquina de assar frangos pode até não ser muito bem dotado de senso estético, mas é da paz.

Mauricio Ricardo

Bronca da semana

Autor: Janio Teixeira de Sousa - Várzea Grande - MT

M.R., defensor do movimento feminista. Achei que tu era mais sábio mano. O machismo é escroto, e o feminismo tão escroto quanto o machismo. Terráqueos, sempre querendo concertar um erro com outro erro.

Consertar é com "S". Não consertei pra não cometer nenhum erro. Quanto aos terráqueos, ouvi dizer que Incas Venusianos são misóginos. Cola lá.

Mauricio Ricardo
Autor: Daniel Castro Machado - Brasília - DF

Como acabar com o terrorismo:

Considerando que:

1.) O ser humano é o único animal que tem o poder de dominar a natureza como base para sua própria sobrevivência.
2.) Essa dominação depende de entender os fenômenos, para então controlá-los, o que significa dizer: reproduzir os fenômenos bons (como o surgimento de uma planta comestível) e evitar que os fenômenos ruins aconteçam (como doenças).
3.) Então o ser humano precisa entender a causa dos fenômenos.
4.) Entender as causas dos fenômenos virou diferencial de sobrevivência.
5.) Isso criou uma corrida pelo conhecimento.
6.) Essa corrida gerou estresse.
7.) Para evitar o estresse de pensar muito sobre um problema o ser humano criou explicações genéricas para os fenômenos. Por exemplo, você explicar qualquer coisa ainda sem explicação com uma das frases: "não tem explicação", "é o sobrenatural", "é o Deus do fogo, da lua, das tempestades, ou outro" ou, simplesmente "deus".
8.) Os judeus comungavam a explicação genérica "deus".
9.) A cultivação dessa explicação era como um remédio para a mente cansada e criava uma comunhão entre as pessoas cansadas de pensar. Então essa ideologia de que Deus explica tudo foi se espalhando para outros povos, chegando entre outras regiões até a península arábica.
10.) Lá em Meca, por volta do ano 600 D.C. o poder constituído era abusivo, como praxe, mas ninguém conseguia confrontar porque era justificado pelos "líderes religiosos" cristãos e judeus. Eles diziam que eles eram os líderes simplesmente porque era a vontade de Deus. E ninguém queria mais viver sem a ideologia de Deus, pois ninguém mais queria viver pensando. Então não havia força para se criar uma mobilização, já que a comunhão até então dependia da palavra "deus".
11.) Então um árabe contrariado chamado Maomé teve a ideia de sugerir que Deus queria que ele fosse o novo líder (ele contou que um anjo apareceu para ele e lhe disse isso). E assim começou a liderar as pessoas, para fugir da opressão do poder vigente.
12.) Então Maomé foi perseguido e sofreu emboscadas.
13.) Para salvar sua própria pele Maomé criou ordens de represália aos inimigos.
14.) As escrituras ditas sagradas então passaram a conter textos de guerra.
15.) Maomé saiu vitorioso os seguidores de sua forma de pensar, chamada de islamismo, mais uma vez em comunhão, começaram a dominar os demais, criando um império opressivo.
16.) Os islâmicos viveram tempos de glória, como todo império, baseado na pilhagem e escravidão dos povos conquistados, incluindo boa parte da Europa, África e Ásia. Embora os momentos áureos tenham durado cerca de 100 anos, o império durou até meados do século passado, ou seja quase 1500 anos.
17.) Mas por volta do ano 1800 D.C. os europeus, especialmente os ingleses aprenderam a dominar a construção de máquinas. A produtividade aumentou, gerando riquezas.
18.) Com o dinheiro desse processo, chamado de Revolução Industrial, foi possível financiar exércitos capazes de finalmente combater o domínio islâmico, que nunca mais foi o mesmo.
19.) Hoje o povo muçulmano, de maneira geral vive dificuldades ao longo do planeta, mas se mantém apegados à ideologia daquela época. Portanto, os tempos áureos do impérios são vistos como parâmetro de esperança. Por isso, os líderes religiosos trabalham para retornar esse império e financiam exércitos terroristas. Entre si, eles se justificam pelas escrituras que endossam que os inimigos devem ser subjugados, até mortos. Claro, que a tradução de inimigo aí é por mera conveniência.

Então:

- Existe uma diferença entre explicar e justificar. Explicar é definir a causa de um fenômeno. Justificar é dizer porque uma atitude humana é boa para todas as partes envolvidas. A palavra "Deus" explica tudo, mas não justifica nada. Então não pode ser aceita como justificativa para práticas abusivas ou omissões.

- Nós, ocidentais, não entendemos o nome "Estado Islâmico". A palavra estado representa algo perene, que "está". Para nós, essa palavra está associada a um limite geográfico, como o Estado brasileiro. Para eles, esse conceito de estado não tem nada a ver com limites geográficos e sim com um império dominador que é o que lhes trouxe uma zona de conforto, ou seja, o Estado. Portanto, o objetivo do Estado Islâmico não é o terror por si só e sim uma tentativa de recriar o califado de outrora.

- Por último, uma ideologia na qual o sucesso se baseia em subjugar é uma ideologia falha. É só pensar, como o islamismo vai prosperar se, eventualmente, todas as pessoas do mundo se converterem a ele? Quem será o escravizado para sustentar os fiéis, se todos são fiéis?

Conclusão: para acabar com o terrorismo todas as pessoas do mundo deveriam se converter ao islamismo.

Ah! Um bem escrito e inquietante textão, pra matar as saudades de todos os que amam essa sessão e estão sentindo falta das atualizações diárias!
Bem, Daniel... Eu prefiro pensar no estado laico, aos moldes ocidentais, vivendo seu estilo de vida e deixando os radicais islâmicos viverem os deles... nos seus países de origem.
Sim, acredito que a liberdade religiosa, como qualquer outra, acaba quando interfere na liberdade do outro. É fato que TODO muçulmano, por doutrina, acredita que vamos queimar no fogo do inferno. Mas empunhar a espada de Alá e tentar queimar os infiéis me parece ligeiramente invasivo, não? Cadeia e deportação pra quem pratica qualquer crime em nome de qualquer pessoa: da mãe, do Mickey Mouse ou de Deus.
Ah, e ajuda bastante se o Ocidente não se meter nas tretas tribais milenares pra garantir o petróleo nosso de cada dia.

Mauricio Ricardo

Elogio da semana

Autor: Vander Paulo - Campo Grande - MS

Chargista famoso é outra história. Quem mais virou questão de cruzadinha? Hehehe. Muito orgulho do meu chargista preferido

Muito obrigado, Vander. Fico feliz de saber que estou outra vez na boca do povo. Foram necessários alguns milhões de views no YouTube, outros no Facebook e algumas viralizações no WhatsApp que não me renderam nada, mas é um prazer contar com a audiência dos amigos fiéis, como você, e da galera nova que tá me descobrindo.

Mauricio Ricardo

Ajuda aê

Autor: Diego Marques - Maringá - PR

M.R. Por favor ajuda divulgar!
O Museu Dinâmico Interdisciplinar (MUDI) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) está com uma vaquinha para realizar melhorias na segurança do prédio (a universidade está passando por uma falta de dinheiro).
link para ajudar é esse. Obrigado!

De nada. Boa sorte! Este foi o nosso momento solidário.

Mauricio Ricardo