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No INSS, trabalhador garante que já merece aposentadoria!

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Comentários

A zoeira never ends

Autor: Letícia - Belo Horizonte - MG

A melhor fantasia do ano!

A zoeira never ends

A piada é boa, vai. Até pra quem bateu panela. Mas um aviso aos navegantes: se você não riu disso, pule a sessão hoje. Só vem bronca, bronca, bronca...
Mauricio Ricardo

Autor: Vitor Vallombroso - São Paulo - SP

Não sei se já viu, mas aparentemente esse negócio de não poder branca de turbante tá meio off dentro do próprio movimento. Se liga no vídeo, que achei aqui mesmo nos comentários, e nos relacionados. Forte abraço!

JESUSAMAAAAADOOOOO!!!!! CARAMBAAAAAA!!!! AAAAARGHHHH!!!!! Gente, do Ceú!!!! O que está havendo com o mundo??? Vou tentar ser bem direto pra não cair nessa verborragia cheia de clichês que só serve pra, PRECONCEITUOSAMENTE, afastar 80% da população brasileira de qualquer debate produtivo.
Sim, porque... na boa?
Ultimamente, quase todo texto ou vídeo que eu leio sobre "apropriação cultural", ou qualquer outro tema relativo às minorias, vem coberto de um ranço academicista e de um hermetismo proposital, que parece querer tentar intimidar o interlocutor, ou simplesmente repeli-lo, fazendo-o sentir-se ignorante e incapaz de participar do debate.
Se você teve dificuldade pra acompanhar a moça e parou o vídeo no meio, não se assuste.
Ela está, sim, despejando um monte de conceitos complexos na velocidade de um narrador de futebol de emissora AM. Ou seja: esse discurso não é feito pra ser popular e didático, o que é paradoxal, já que discute um problema seríssimo no seio de uma sociedade com um dos piores sistemas educacionais do mundo.
Eu acho que até sei qual é o problema: o problema é o problema. rs. Hoje em dia se problematiza tudo, e se problematiza tanto, que a problematização em si virou uma disputa de egos. Não interessa entender: interessa vencer. Como os velhos polemistas dos jornais do século XIX.
Pra vocês terem noção da gravidade da coisa, é só entrar nos comentários do vídeo. Um cara, por exemplo, entrou só pra dizer que a Nataly, a linda e inteligente moça do vídeo, foi... politicamente incorreta ao abordar os supostos "esquizofrênicos do movimento".
Diz o comentarista: "Nataly, concordo com tudo o que vc disse e aprendi bastante também, obrigado. Mas queria fazer uma observação: em dois momentos você usou a palavra ’esquizofrênicas’ como sinônimo de pessoa descontrolada e vilã’, algo assim. Gostaria de pedir pra tomar cuidado com isso, porque esquizofrenia é um transtorno mental e não é legal usar isso como característica negativa, afinal, ninguém escolhe ter um transtorno".
Entenderam? QUE MUNDO CHAAAAAATOOOO!!!!
Não, não tô diminuindo a gravidade de nenhuma luta, nem da necessidade de se varrer o racismo e valorizar a identidade da cultura afro. Só quero dizer que o problema tá dentro dos turbantes (na caixa craniana, pra ser exato), não nele em si.
Mauricio Ricardo

Autor: Toshimi Pereira Nishizawa - Senador Guiomard - AC

Acompanho o Charges.com.br há muito tempo. Acho que deste o começo! Vejo diariamente, a charge, os E-mails Comentados e as piadas (faz um tempinho que não lanças umas músicas novas)!
O que mais me atrai no site é o fato das suas charges e comentários buscarem sempre algo engraçado no caos (acho que tal fato está cada dia mais escasso). Mesmo quando não concordo de sua opinião ou ponto de vista, no final sempre dou um sorrisinho, o que me leva a compará-lo com o Tiririca, só que bem mais arguto (não estou dizendo que o Tiririca é burro!).
Enfim, estou escrevendo para lhe parabenizá-lo pela ótima charge de hoje (21/02/17)! Não lembro de outra charge que demonstrou exatamente meu pensamento!
Ontem (20/02/17), indo pra casa depois do trabalho, escutava algumas músicas. Tenho de tudo no celular, Rogério Skylab, Legião, Wanderley Andrade, Claudinho e Buchecha, etc., só não tenho esses "funks" que fazem sucesso atualmente (nada contra só não curto)! Foi quando começou a tocar "O Bingo", então pensei "Coitados do Dicró, Bezerra da Silva, Raul Seixas, Luiz Gonzaga, e outros grandes compositores, se tivessem que compor hoje em dia!". Já imaginou ter que usar uma rede social para explicar "Na terceira pedra o prêmio de consolação, leva um crioulo bicha e uma branca sapatão" ou "Botão preto bem juntinho, como nêgo empareado"! Acho que seria complicado!
Abraços, e muitas cervejas!!!
E que consiga continuar a mostrar sempre algo divertido!

Toshimi, eu te agradeço o carinho. Muito obrigado! Mas não sei se o que eu vou dizer vai bater com seu ponto de vista. Na verdade, ao fazer a charge sobre as marchinhas politicamente incorretas não estou defendendo sua permanência nos repertórios dos salões e blocos pelo Brasil a fora. Aliás, nem seu banimento, embora eu considere algumas bastante pesadas e inapropriadas. "O seu cabelo não nega", por exemplo, tornou-se absurda.
Na verdade o que estou dizendo é que muitas delas são reflexo de um tempo e de um modo de pensar que não cabem mais nos dias de hoje.
Algumas músicas, realmente, tornaram-se muito mais agressivas do que imaginavam seus autores.
Claro, Rogério Skylab, por exemplo, faz de propósito: uma atitude quase punk, que quer cutucar e chocar. Mas tenho certeza de que muitos dos compositores populares que você citou talvez não escrevessem determinadas letras sob a ótica da nossa sociedade atual.
E isso é muito bom! Estamos evoluindo!
Mauricio Ricardo

Autor: Figueiredo - São Paulo - SP

Ontem eu vi a sua live no Facebook e ouso discordar do seu argumento final: o extremismo de uma minoria de grupos historicamente oprimidos como LGBT, afrodescentes e outros não pode ser considerado bom. Você disse claramente que não gosta dos extremismos, mas que esses tem uma justificativa. Eu até concordo que eles podem ser compreendidos, mas não sabem podem ser corroborados (um argumento da extrema direita que eu penso assim é o do "compreensível bater em bandido" da Sherazade) uma vez que esses extremismos são muitas vezes violentos e só consegue advogar contra o próprio movimento (acredite, ninguém gosta de dedos acusadores e de ser mau recebido). Fora isso não tenho mais a declarar.

Então. Sobre a minha live. Bem, live é... ao vivo. A gente pula argumento, deixa frases incompletas e, realmente, tem mais chance de ser mal interpretado. Quando disse que acho "justificável" o extremismo das minorias, me referia à atuação legislativa, à militância, jamais à violência.
Assim mesmo fiz questão de dizer que NÃO CONCORDO, só compreendo. Aliás, já que hoje é o dia de me explicar, vamos lá: até dizer que sou contra todo extremismo é... extremismo. É óbvio que sou extremista quando se trata de punição irrestrita aos corruptos. Jamais apoiaria a ideia do "rouba mas faz", por exemplo.
Nossa. Papo pesado.
Mauricio Ricardo

Autor: Luiza Maiden - Inglagterra

Genial a sua charge sobre apropriacao cultural. Eu acho tudo isso uma grande bobagem, o que eles querem criar? Um novo aparthaid cultural? De novo isso? Se as pessoas que militam contra a "apropriação cultural" conseguirem atingir seu objetivo, que é fazer com que somente negros possam usar qualquer coisa criada, inventada ou originada da cultura afro, aposto que daqui a dez anos esses mesmo militantes vão estar reclamando que os brancos não fazem nada que é de negro, portanto são racistas. 

Luiza, cê viu que a coisa aqui foi tensa hoje. Vamos ficar só no turbante? rs.
Mauricio Ricardo