Cotidiano - Alguma coisa em comum

Alexandre Frota desabafa com quem o entende!

Reprodução automática

Comentários

Donald Trollp

Autor: William Guilherme Costa - Goiânia - GO

Você que é especialista: é photoshop? Se não for, eu quero! huehuehuehue

Donald Trollp

Parece que é. Mas ainda que não fosse: cê quer mesmo um trollzinho com a cara do Trump, de bilau de fora e tudo? Ah, só se for pra usar em feitiço.
Mauricio Ricardo

Problematização

Autor: Laerte Martins de Oliveira - Osasco - SP

Bom dia, M.R.. Sessão de cartas bombando. Achei essa discussão sobre cultura difícil demais. Tanto quanto discutir sobe política. Então acho melhor começar então a começar discutir sobre Engenharia, que pode ser bem mais fácil.

Mas e a problematização? Quem pode discutir Engenharia? Só engenheiros? Os excluídos, que muitas vezes constroem suas casas recorrendo a plantas feitas por mestre de obras autodidata, ou vivem em barracos produzidos pela própria família? Qual o limite da Engenharia? Ela é a Engenharia formal acadêmica ou também conta o formato intuitivo passado de pai para filho nos rincões mais pobres deste país? Você quer mesmo discutir Engenharia? E porque, se a resposta for sim, eu só comentei a Engenharia Civil? E o engenheiro elétrico, o engenheiro mecânico, o engenheiro hidráulico... E as carreiras que em português tem outros nomes, mas que em inglês são chamadas "engeneer"?
Qual o seu objetivo vindo aqui semear a discórdia?
Mauricio Ricardo

A zoeira never ends

Autor: Letícia - Belo Horizonte - MG

A melhor fantasia do ano!

A zoeira never ends

A piada é boa, vai. Até pra quem bateu panela. Mas um aviso aos navegantes: se você não riu disso, pule a sessão hoje. Só vem bronca, bronca, bronca...
Mauricio Ricardo

Autor: Vitor Vallombroso - São Paulo - SP

Não sei se já viu, mas aparentemente esse negócio de não poder branca de turbante tá meio off dentro do próprio movimento. Se liga no vídeo, que achei aqui mesmo nos comentários, e nos relacionados. Forte abraço!

JESUSAMAAAAADOOOOO!!!!! CARAMBAAAAAA!!!! AAAAARGHHHH!!!!! Gente, do Ceú!!!! O que está havendo com o mundo??? Vou tentar ser bem direto pra não cair nessa verborragia cheia de clichês que só serve pra, PRECONCEITUOSAMENTE, afastar 80% da população brasileira de qualquer debate produtivo.
Sim, porque... na boa?
Ultimamente, quase todo texto ou vídeo que eu leio sobre "apropriação cultural", ou qualquer outro tema relativo às minorias, vem coberto de um ranço academicista e de um hermetismo proposital, que parece querer tentar intimidar o interlocutor, ou simplesmente repeli-lo, fazendo-o sentir-se ignorante e incapaz de participar do debate.
Se você teve dificuldade pra acompanhar a moça e parou o vídeo no meio, não se assuste.
Ela está, sim, despejando um monte de conceitos complexos na velocidade de um narrador de futebol de emissora AM. Ou seja: esse discurso não é feito pra ser popular e didático, o que é paradoxal, já que discute um problema seríssimo no seio de uma sociedade com um dos piores sistemas educacionais do mundo.
Eu acho que até sei qual é o problema: o problema é o problema. rs. Hoje em dia se problematiza tudo, e se problematiza tanto, que a problematização em si virou uma disputa de egos. Não interessa entender: interessa vencer. Como os velhos polemistas dos jornais do século XIX.
Pra vocês terem noção da gravidade da coisa, é só entrar nos comentários do vídeo. Um cara, por exemplo, entrou só pra dizer que a Nataly, a linda e inteligente moça do vídeo, foi... politicamente incorreta ao abordar os supostos "esquizofrênicos do movimento".
Diz o comentarista: "Nataly, concordo com tudo o que vc disse e aprendi bastante também, obrigado. Mas queria fazer uma observação: em dois momentos você usou a palavra ’esquizofrênicas’ como sinônimo de pessoa descontrolada e vilã’, algo assim. Gostaria de pedir pra tomar cuidado com isso, porque esquizofrenia é um transtorno mental e não é legal usar isso como característica negativa, afinal, ninguém escolhe ter um transtorno".
Entenderam? QUE MUNDO CHAAAAAATOOOO!!!!
Não, não tô diminuindo a gravidade de nenhuma luta, nem da necessidade de se varrer o racismo e valorizar a identidade da cultura afro. Só quero dizer que o problema tá dentro dos turbantes (na caixa craniana, pra ser exato), não nele em si.
Mauricio Ricardo

Autor: Toshimi Pereira Nishizawa - Senador Guiomard - AC

Acompanho o Charges.com.br há muito tempo. Acho que deste o começo! Vejo diariamente, a charge, os E-mails Comentados e as piadas (faz um tempinho que não lanças umas músicas novas)!
O que mais me atrai no site é o fato das suas charges e comentários buscarem sempre algo engraçado no caos (acho que tal fato está cada dia mais escasso). Mesmo quando não concordo de sua opinião ou ponto de vista, no final sempre dou um sorrisinho, o que me leva a compará-lo com o Tiririca, só que bem mais arguto (não estou dizendo que o Tiririca é burro!).
Enfim, estou escrevendo para lhe parabenizá-lo pela ótima charge de hoje (21/02/17)! Não lembro de outra charge que demonstrou exatamente meu pensamento!
Ontem (20/02/17), indo pra casa depois do trabalho, escutava algumas músicas. Tenho de tudo no celular, Rogério Skylab, Legião, Wanderley Andrade, Claudinho e Buchecha, etc., só não tenho esses "funks" que fazem sucesso atualmente (nada contra só não curto)! Foi quando começou a tocar "O Bingo", então pensei "Coitados do Dicró, Bezerra da Silva, Raul Seixas, Luiz Gonzaga, e outros grandes compositores, se tivessem que compor hoje em dia!". Já imaginou ter que usar uma rede social para explicar "Na terceira pedra o prêmio de consolação, leva um crioulo bicha e uma branca sapatão" ou "Botão preto bem juntinho, como nêgo empareado"! Acho que seria complicado!
Abraços, e muitas cervejas!!!
E que consiga continuar a mostrar sempre algo divertido!

Toshimi, eu te agradeço o carinho. Muito obrigado! Mas não sei se o que eu vou dizer vai bater com seu ponto de vista. Na verdade, ao fazer a charge sobre as marchinhas politicamente incorretas não estou defendendo sua permanência nos repertórios dos salões e blocos pelo Brasil a fora. Aliás, nem seu banimento, embora eu considere algumas bastante pesadas e inapropriadas. "O seu cabelo não nega", por exemplo, tornou-se absurda.
Na verdade o que estou dizendo é que muitas delas são reflexo de um tempo e de um modo de pensar que não cabem mais nos dias de hoje.
Algumas músicas, realmente, tornaram-se muito mais agressivas do que imaginavam seus autores.
Claro, Rogério Skylab, por exemplo, faz de propósito: uma atitude quase punk, que quer cutucar e chocar. Mas tenho certeza de que muitos dos compositores populares que você citou talvez não escrevessem determinadas letras sob a ótica da nossa sociedade atual.
E isso é muito bom! Estamos evoluindo!
Mauricio Ricardo