Comentários

Quem não gostaria?

Autor: Catarina Marias Cabrino - Santo André - SP

Maurício, a mulher dos seus sonhos .....Hehehe beijos querido, feliz ano todo para você e todos os seus...

Muuuito obrigado pelo carinho, Catarina. Mas na boa? Sinceridade level máximo? Eu preferiria uma mulher que fizesse boa cerveja artesanal.

Mauricio Ricardo
Autor: Fabiano - Recife - PE

Merece o Oscar de efeitos especiais?

Caramba. Real ou imaginário, esse aí tem emprego garantido no próximo "Jurassic Park".

Mauricio Ricardo
Autor: Spectro - Rio de Janeiro - RJ

Estava assistindo TV com uma criança quando ela viu o Chico Pinheiro e disse: "É o Donald Trump ?". Fiquei com isso na cabeça e cheguei a conclusão que eles realmente são parecidos.

Sacanagem com o Chico, mas vamos lá. Dando um título no estilo Kibeloco, "Separados por um graças a Deus é sexta-feira".

Mauricio Ricardo

Ache o erro

Autor: @valdenorsci - Belém - PA

Ache o erro, por favor.

Poxa, não vi erro nenhum! É um excelente executivo da Microsoft tomando os cuidados devidos pro computador não travar e estragar sua apresentação!

Mauricio Ricardo

Desabafo da semana

Autor: Paulo Sérgio Micali Júnior - Londrina - PR

Dia desses assisti suas charges sobre o "Programa Escola sem Partido". Achei-as excelentes. Uma pena que alguns internautas não souberam como percebê-las de forma inteligente. Ficaram te chamando de esquerdão e outras baboseiras. De qualquer forma, não quero falar dessas críticas, mas daquela proposta de lei.
Não sei como foi aí na sua cidade, mas, aqui em Londrina, as eleições foram um tanto quanto polêmicas. Dentre os representantes do povo (cabe a você, leitor, acrescentar aqui, ou não, as aspas) recém-empossados, um me chamou à atenção, pois, suas propostas giram em torno dos mesmos princípios que sustentam o Escola sem Partido: um delírio conspiratório.
A fim de que não seja tendencioso, admito que há "professores partidários", mas, tomar isso como justificativa para que seja implantado um programa tendencioso, baseado em um "cala boca" generalizado, é algo descabido e de profunda má-fé.
Na escola deve-se discutir ideologias SIM. Várias delas. Quantos mais, melhor, afinal, tudo é condicionado historicamente, culturalmente, temporalmente, socialmente, politicamente e etc. Assim, sendo o mundo complexo e profundamente polissêmico, parece-me "apequenador" ensinar/aprender apenas uma ideologia ou, pior, não ensinar/aprender nenhuma.
Por fim, veio-me à mente uma anedota: "há agentes comunistas infiltrados nos setores da cultura e da educação brasileira, envenenando mentes e tramando contra a moral e os bons costumes". Há! Odeio spoilers, mas, a URSS acabou, viu?

O problema da "Escola sem partido" é que ela é vendida como uma coisa bem intencionada, mas o tiro acaba saindo pela culatra e quem se ferra é quem tá na ponta: o já combalido professor.
Eu já expliquei, mas explico de novo: é ÓBVIO que professor que usa sala de aula pra pregar seus valores pessoais e manipular inocentes, em prejuízo do conteúdo programático, tem mais é que perder o emprego. Mas não há como se controlar o que dita o projeto, que é mostrar TODAs as principais correntes. É muito vago! É muito pouco científico! É muito fácil usar esse argumento pra forçar a barra em cima de discursos de ordem religiosa, muito oportunamente defendidos pela Igreja e pela família, mas que não tem lugar na comunidade acadêmica.
E nessa onda revisionista estúpida, onde qualquer historiador de botequim ou filósofo de YouTube reescreve os fatos a seu bel prazer, como proteger o professor da ingerência de políticos?
Em História, tive aulas com vários professores absurdamente esquerdistas e retrógrados. Nem por isso me deixei influenciar: a boa Educação, aquela que se tem na escola e se completa em casa, se encarrega de nos dar as ferramentas pra saber reconhecer a pregação dogmática no meio daquilo tido como corrente histórica.
Ah, eu falaria disso o dia todo. Mas o fato é que "Escola sem partido" é um nome lindo. Ninguém quer escola partidária!!! Mas o projeto se revela estúpido e inviável quando o lemos com atenção e percebemos as brechas perigosas que ele abre para a perseguição dos professores.

Mauricio Ricardo