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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

Acho que tem algo bem errado aí, hein... 

Allan Vitor - Entre Rios de Minas - MG

Bem, não é a Amy Lee mas talvez a dona curta Avril Lavigne também... Hã... Sim, tô forçando um pouco a barra pra explicar o inexplicável.
Mauricio Ricardo

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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

Grande M.R.! Gosta de futebol? Veja o maioir goleiro de todos os tempos! kkkkkkkk

Cléber Lomar - Rio de Janeiro - RJ

Eu ri muito. E te digo uma coisa: numa final de Copa do Mundo esse esforço valeria a pena, concorda? Tem cara do UFC que sofre coisa pior.
Mauricio Ricardo

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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

Minha namorada gosta de me provocar sexualmente em lugar público. Tipo, estou almoçando em família num restaurante, com os pais dela, por exemplo (que são muito conservadores) e ela vai subindo a mão na minha perna, por baixo da toalha e dá aquela agarrada no meu amiguinho. Ela já chegou ao ponto de me convidar pra fazer sexo em banheiro de boate.
O problema é que nesses casos eu não sei o que acontece, fico tão nervoso que nem ereção tenho. Estou sendo covarde? Broxa? Ou responsável? Gostaria da sua opinião.

Namorado - Rio de Janeiro - RJ

O amiguinho não subir é compreensível. A tensão manda uma descarga de adrenalina pro seu bilau, e ele não sobe nem com reza braba. Logo, a parte fisiológica tá explicada: você não é broxa, só fica tenso e desconfortável o suficiente pra não ter tesão.
Quanto a ser "covarde" ou "responsável"... Acho as duas palavras muito extremas. Você não gosta de correr riscos desnecessários. Você não gostaria de ser flagrado numa situação que desrespeite seus sogros ou vire um vexame numa boate ou restaurante.
Tá errado? Não. Você está sendo você.
Mauricio Ricardo

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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

Há algum momento já venho notando que o UOL vem divulgando charges extremamentes ofensivas ao povo do sul do Brasil, nos acusando de xenofobia e racismo.
Mesmo se tratando das pessoas que apóiam os movimentos separatistas, gostaria de lembrar que os movimentos separatistas sérios não toleram nenhum tipo de xenofobia ou racismo.
Entendo que vocês, fazendo este tipo de piada, estão cometendo, sim, um preconceito contra o povo sulista. E que eu como sulista me sinto ofendido pelas suas publicaçoes
Peço que conheça mais sobre o sul e o movimentos que lá atuam, antes de fazer novas piadas com o tema, pois preconceito é crime contra qualquer raça. Xenofobia contra sulistas continua sendo xenofobia.
Gostaria de receber de vocês, representantes de uma grande empresa como o UOL, pelo menos um esclarecimentos sobre as fortes críticas contra os sulistas que estão sendo divulgadas pelos seus meios.
Desde ja agradeço.

Daniel Merllin - Curitiba - PR

Este site é um parceiro do UOL e não posso falar em nome da empresa.
Também não sei se existem charges de outros cartunistas, dentro do portal, tratando do tema. O que sei é que o UOL noticiou amplamente o crescimento dos movimentos separatistas no Sul do Brasil depois do resultado das eleições presidenciais.
Neste ponto sou bem claro: me inspirei no tema - numa única charge, é bom lembrar - porque, pessoalmente, sou contra a divisão da unidade nacional.
Conheço sim, o Sul. Um povo maravilhoso e BRASILEIRO. Mas já vi racismo e xenofobia aí sim. Fiquei chocado, inclusive, num city tour em Gramado, ao perceber que o guia enfatizava incansavelmente a superioridade da herança germânica e dos descendentes desta etnia em relação aos brasileiros de outras regiões.
Era tudo bem sutil, mas nada disfarçado. O recado era: "Olha que maravilha. Nem parece o Brasil".
Conheço a Alemanha e afirmo: por mais linda e "europeia" que seja, Gramado é uma cidade BRASILEIRA. É um passeio maravilhoso, a cidade tem um povo maravilhoso, mas é Brasil, embora alguns babacas da região jurem que é uma colônia alemã esquecida.
é óbvio que nenhum movimento separatista vai assumir em seus estatutos qualquer rastro de racismo, mesmo porque - pelo menos enquanto o Sul não virar um país independente - isso é crime.
Mas também é óbvio que a inspiração por trás dessa proposta absurda não é só econômica.
Minha charge não generaliza os sulistas. Não generaliza nem os movimentos separatistas: mostra apenas três babacas, fictícios, destilando preconceito sobre o resto do povo brasileiro. Ou seja: representa os extremistas do movimento.
É inegável que estes tipos existem. Logo, meu alvo é um universo restrito e bem específico.
Enfim, eu amo o Sul, amo o Brasil, o Sul é Brasil e, se a região quiser passar a tesoura e se separar da gente, vou ficar muito magoado.
Logo eu, que já comi a melhor sequência de fondue do Brasil aí em Curitiba e viajo daqui pra Porto Alegre pra ver shows de rock, tomar boas cervejas artesanais e me empanturrar de churrasco.
Sem falar em Blumenau. Ah, o mirante... As praias...
Mauricio Ricardo

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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

Olha como são os interruptores de luz do Vaticano 

Marcos Rodrigues - Cubatão - SP

Quando vejo um absurdo desses me recuso a pensar que é de propósito. Só posso aceitar que é obra de um outro tempo, onde as cabeças e os corações das pessoas eram inocentes demais pra ver qualquer coisa errada nessa peça.
Mauricio Ricardo

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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

Boa tarde, Maurício Ricardo. Simplesmente você foi extremamente infeliz com essa charge sobre o povo Sulista querer a independência. O movimento para o Sul virar um país não tem nada de preconceito e racismo com os nordestinos, como você citou na charge (quem mais pareceu preconceituoso e racista foi você). Simplesmente queremos que todo nosso trabalho, esforço e riqueza fique aqui, e não aceitamos apenas o retorno de 20% que produzimos de tributos.
Brasília não nos representa. Não temos voz na política brasileira. Temos nossa cultura, nosso jeito de viver e trabalhar e produzimos riqueza suficiente para sermos independentes.

Vanusa - Chapecó - SC

Olha o paradoxo. Não, você não é preconceituosa e nem racista. O que vocês tem é, nas suas palavras, "uma cultura própria" (até aí tudo bem) e... "nosso jeito de viver e trabalhar".
Como assim? Vocês trabalham mais? Mais e melhor? Por isso produzem mais riquezas e não querem distribuí-la com o resto de nós?
Porque se a questão é a representatividade e a má aplicação de recursos, lutem por reforma política e tributária.
Se a questão é cultural, mantenham-na e orgulhem-se dela.
Mas... separação?
Todo grande país tem regiões mais ricas e regiões mais pobres. Todo grande país colonizado tem mistura de raças.
Veja meu estado, Minas Gerais. Grandes recursos produzidos no sul e aqui no Triângulo Mineiro (o "nariz" do mapa) são empregados no norte, no empobrecido Vale do Jequitinhonha.
O povo de lá é bastante diferente de nós. Tem outra cultura. Outro sotaque. E aí o que você sugere? Que a gente passe a régua na parte pobre e diga: "Não, isso não é Minas"?
Caraca, quanto egoísmo!
Mauricio Ricardo

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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

O seu comentário sobre o rapaz que comprou jogos piratas, me fez refletir sobre três coisas:
1 - Quando meu Nintendo 64, ele veio com um Jogo (Perfect Dark), o qual meus pais proibiam de jogar, fomos num daqueles mercados populares e pedimos um jogo. O vendedor disse que precisaria comprar, junto, um adaptador, pois o jogo era pirata.
Meu pai recusou na hora. Como era bem pequena, o qiestionei: ''Por que o senhor não me dá jogo de pirata?''.
Ele me explicou que pirata, era um jogo ''falso''.
Acabou que eu não tive muitos jogos mesmo. Meu autismo fazia com que eu só jogasse os mesmos, tanto no 64 quanto no Super Nintendo. Mas eu gostava muito dessa época, fiquei feliz de ter me lembrado.
2- Eu acho que seria mais fácil combater a pirataria se o Governo Federal não cobrasse impostos tão abusivos. Eu não compro coisas piratas de nenhum tipo. Mas, quem não tem condição financeira acaba tendo que comprar o pirata, por causa do preço extremamente alto. 
3-  E o Governo nos rouba, pois não usa os Impostos para o que precisa. Então, acho que roubar do Fisco não é lá um crime tão hediondo assim. Ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão, né? 

E. - Sampa - SP

Hã... Eu vejo um link aqui com essa conversa de movimento separatista do Sul e a polêmica que minha charge causou. Porque no fim, tanto esse assunto quanto o outro seriam resolvidos se a gente tentasse mudar o BRASIL, que começa por nós, pelo nosso voto e pelas reformas que o povo tanto precisa nos três poderes.
Mauricio Ricardo

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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2014

Sou contra a violência, M.R., mas acho que faria o mesmo, no lugar desse galo.

Luiz Antônio - Caxias do Sul - RS

Não tome atitudes precipitadas. Pode ser um galináceo com má formação, que nasceu muito parecido com um elefante. Sim, porque acompanhe meu raciocínio: se ela tivesse transado com o gigantesco paquiderme, o ovo seria gigante e a galinha explodiria no "parto", concorda?
E com essa reflexão de altíssima gravidade para a vida nacional que os deixo por hoje, desejando um ótimo fim de semana e muita união pro Brasil. Até segunda!
Mauricio Ricardo

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