Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2016

Esse cartaz foi colado no pátio de uma escolinha. Tô com vontade de colar no mural da empresa que eu trabalho, pois acredito que essas "Regras de Convivência" valem para nós adultos também, né!?

Autor: Thiago Luiz - Sorocaba - SP

A melhor é: "Não pode dizer que vai matar os colegas". A escola ensinando que tudo o que a criança disser poderá ser usada contra ela nos tribunais.
Mauricio Ricardo

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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2016

Se o carnaval chegar, não cante no bafômetro!

Autor: Gilv@ndeR - Tucuruí - PA

Cadeia? Carteira caçada? Mula rigorosa? Pode ate ser. Mas
até o policiais perceberam que não haveria punição melhor pro indivíduo do que deixar essa situação vexatória cair na net.
Mauricio Ricardo

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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2016

Existe uma linha muito tênue entre o que é considerado certo ou errado quando se trata da complexa convivência em sociedade. Independentemente da cor, raça, sexo, religião etc., cada um tem a sua maneira particular de ser, sentir, pensar e agir; isto é, toda pessoa é livre para se expressar na vida de diferentes formas dentro de uma totalidade heterogênea composta de múltiplas de visões de mundo em meio a tudo que nos cerca.
Diante de tantas manifestações cada vez mais hostis perante aquilo que é conceituado como “anormal/inaceitável” – pois tacham de incompatível com os padrões sociais e/ou conveniências pessoais (como se houvesse um modo padrão de viver) – torna-se louvável a capacidade de quem enxerga a diversidade como um exercício fundamental para o convívio harmonioso nas interações sociais. E Isso não implica concordar com os diferentes pontos de vistas, mas saber respeitá-los e extrair dessas diferenças os pontos positivos que agreguem valor para o crescimento pessoal.
Não tolerar atitudes, ideias e comportamentos contrários aos nossos é negar a própria essência humana: a individualidade. Então, por que tentar limitar/anular a existência do outro baseado no discurso que prega uma (suposta) verdade absoluta ao julgar e censurar – de maneira pretensiosa – as características individuais alheias se “há tantas formas de se ver o mesmo quadro”?

Autor: Jô Souza - Central - BA

É isso aí, Jô. Toda a população da Terra cabe confortavelmente dentro dessa palavrinha: "Tolerância".
Mauricio Ricardo

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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2016

M.R. Vi alguns comentários recentes a respeito do rock ser racista...
Vendo a atitude do cara do Pantera e talzs...
Outra coisa, me lembro quando tinha 16 anos e morava em sampa, a galera meio que era obrigada a gostar de rap e samba porque rock era coisa de branco e vice-versa.
Convivi em muitos ambientes extremamente racistas e em todos eles o samba e rap era "de negro" e o rock era "de branco".
Eu mesmo gostando de rock não podia admitir...
Na escola que estudava teve briga feia por misturar em um show rock com samba e rap...
Não sei como é em uberlândia, mas em SP capitalm na década de 90, as coisas eram um pouco tensas...
Qual a sua opinião a respeito?

Autor: Artur F. Souza FH - Vila Atlântida - MG

Racismo no rock é a coisa mais estúpida do mundo. Mesmo porque não haveria rock sem a influência de ritmos negros e alguns dos maiores nomes do rock em sua origem, como Chuck Berry e Little Richards, eram negros. Sem falar em Hendrix e tantos outros que vieram depois. A babaquice do Phil Anselmo do Panteras ganhou uma reposta altura no vídeo cujo link reproduzo abaixo.
Como você disse, alguns estilos são marcadamente mais influenciados por uma ou outra etnia ou tribo urbana, mas música é muito mais que isso: ela é universal. Não tem idade, cor e nem sexo.
E o resto é babaquice.


Mauricio Ricardo

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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2016

Olá, M.R ! está de bateria nova agora ? então vamos lá :
- As pessoas aí do Sudeste sabem que existe uma fazenda no sul do Pará que, segundo estimativa, tem tamanho equivalente a 15 % do Estado de Sergipe, compreende entre outros, o município de Xinguara e é conhecida por todos aqui, inclusive ex-funcionários da Fazenda, como pertencente ao "Lulinha "- filho do ex- presidente Lula?
- E que coincidentemente um tal sítio em Atibaia possui o mesmo nome da fazenda no Pará (Santa Bárbara)?
- Não é possível que os reis da estratégia cometeram um erro tão principiante.
(Obs: Não, não é nenhuma teoria conspiratória - é informação.).

Autor: Natal - Porto A. Norte - MT

Um cara me parou no Carnaval pra dizer a mesma coisa. Mas foi ainda mais longe: disse que "Santa Bárbara" teria sido a denominação escolhida porque Bárbara tem... "Barba" no nome.
Hã... Calma, gente. Não fui eu quem inventou essa.
Mauricio Ricardo

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Um cidadão inconformado com a violência no Rio canta!