Cotidiano - Avaliação de riscos

Dois especialistas fazem palestra sobre riscos!

Reprodução automática

Comentários

Pra encerrar

Autor: Ricardo - Rio de Janeiro - RJ

Jogando uma pá de cal no assunto SUS.

Pra encerrar

Negócio fechado. Ponto final.
Mauricio Ricardo

Autor: Rodrigo Francisco Peguim - São Paulo - SP

Vi esses desenhos e achei muito bons. Não sei se voce já viu mas mesmo que tenha visto vale a pena rever.
 

Genial. Incrível o que um cara faz com muito talento e um projetor.
Mauricio Ricardo

Autor: Ismael de Holanda Leal - Picos - PI

O me pública do dia: Resolvi tirar a barba. Ficou bom? Kkkkkkkkkkkk

Internauta infame do dia

Pô, Ismael, a brincadeira ficaria melhor se você tivesse escolhido um careca bonito.
Sim, existem.
Hã... eu, por exemplo.
Mauricio Ricardo

Mais criptografia

Autor: Ant - Cedro - CE

M.R., você tem que entender que no momento em que o WhatsApp não for mais seguro para os bandidos, eles pararão de usar. Há outras maneiras de evitar ser rastreado, como celulares descartáveis, por exemplo. Agora uma coisa que a deputaiada poderia fazer, seria um projeto de lei permitindo o hackeamento através do pareamento de aparelhos celulares, como fazem na série "Person of Interest" (mas com ordem judicial, é claro). Com isso dá pra justiça ter acesso a todos os dados guardados no telefone, que é onde o whatsApp guada suas informações (e não em um servidor supersecreto como a justiça acha que fazem).

Tai outro assunto que a gente já debateu à exaustão. Pelo que havia entendido, foi uma coisa assim que a juíza pediu à empresa e ela não cumpriu. Vai ver que magistrada assiste à série.
Mauricio Ricardo

Autor: Daniel - Brasília - DF

Sobre as escolas com ou sem partido: acho que a escola sem partido não propaga as reflexões morais desenvolvidas pelos antigos e então os alunos têm que redescobrir muitas ideias de certo e errado.
Já a escola com partido tem o perigo de desligar a autonomia de pensamento do aluno sem que o mesmo tenha consciência disso, pois as mentes jovens são vulneráveis ao controle externo. Mas acho que uma mescla seria perfeito: a ideia é de que os alunos sejam capazes de tomar suas próprias decisões. Então, minha ideia é que, formalmente, nos livros, a informação seja objetiva, ou seja, deve explicar como as coisas acontecem e funcionam, mas não devem vir nunca com juízo de valores. E os professores, em cima do conteúdo, podem e devem expressar suas opiniões. Portanto, antes de qualquer coisa, os alunos devem ser devidamente orientados de como funciona esse processo e devem ser treinados para diferenciar uma informação objetiva e consensual de uma informação subjetiva e polêmica.

O que mais atrapalha a discussão sobre a "escola sem partido" é o nome. É claro que ninguém quer partido político enfiado na escola! Ou professor enfiando ideologias goela a baixo! O problema é que, como quase tudo que o Congresso propõe, tem a sacanagem embutida por trás de um motivo aparentemente "nobre": o que querem é impedir o professor de alimentar o debate e questionar preconceitos.
Mauricio Ricardo