Quarta-feira, 05 de Agosto de 2015

Maneira bem didática que explicar as enchentes!

Autor: Beto - São Paulo - SP

Viram? Pra entender o problema é só usar a... a... (desculpe, gente. Vai ser horrível) a... cabeça!
Mauricio Ricardo

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Quarta-feira, 05 de Agosto de 2015

A versão em desenho eu sei que você conhece, mas live action...

Autor: Carlos Henrique - Niterói - RU

Ah, os quinze minutos de fama! E os R$ 795,50 em propaganda no YouTube.
Mauricio Ricardo

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Quarta-feira, 05 de Agosto de 2015

Nossa, M.R.! Faz muito tempo que não apareço aqui no site, mas tem um motivo: estou nos preparativos para meu sonhado intercâmbio e graças a minha família e meu namorado esse sonho está cada vez mais próximo. Então preciso muito saber o que você e os internautas acham. Estou namorando há quatro anos e eu vou ficar um ano sem ver meu namorado. Ele fala em tom de brincadeira para eu não arranjar um alemão e resolver ficar por lá, mas quem esta preocupada sou eu. Fico imaginando se esse negócio de "a carne é fraca" é verdade e se ele conseguiria ficar um ano sem sexo. Conseguiria?
E, mais que sexo, ficar sem carinho. Estou com medo de voltar e descobrir uma traição e um amor de quatro anos acabar dessa maneira tão triste. Acredita que quem ama não trai e espera?

Autor: Anne - São Paulo - SP

Não, não acredito. Mas também não acredito no contrário, porque já vi de tudo nessa vida. Vi caras que ficaram e não traíram e meninas que foram e traíram. Vi também o contrário. Vi gente que terminou antes da viagem e voltou na volta. Vi gente que fez seus rolos, segurou a onda e ninguém falou mais sobre isso.
Em resumo, risco todo mundo corre. Quem te dá tanta certeza de que daqui há seis meses, quando a carência bater legal e você estiver aculturada no estilo de vida alemão, não vai pintar um loirão arrebatador e te tirar do caminho do bem?
Anne, apenas vá e tente segurar a onda, contando com a capacidade do seu namorado de fazer o mesmo.
O resto é destino.
Mauricio Ricardo

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Quarta-feira, 05 de Agosto de 2015

Reconheço um lugar parecido com esse... Que acha?

Autor: Deer - Fazenda Rio Grande - PR

Deixe eu explicar, amigo internauta. Com medo de que eu não entendesse a mensagem, ele me enviou uma outra foto, mostrando uma mulher nua, bunda virada pra câmera, arregaçando bem as nádegas pra mostrar a vagina e o ânus.
Enfim, o Deer é doente, porque aí só tem a lua vista de dentro de uma caverna.
Mauricio Ricardo

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Quarta-feira, 05 de Agosto de 2015

Mais uma vez, uma charge perfeita para discutir as diferenças entre as grandes indústrias de alimentos e as produções artesanais (em e-mail comentado ontem, falando desta charge). Vocês usaram as famosas Pamonhas de Piracicaba, da mesma forma que poderiam ter usado queijos mineiros, vatapás baianos etc..
O que talvez muitas pessoas não saibam é que as Pamonhas de Piracicaba, tal qual pães de queijo mineiros e outras coisas mais, podem ser artesanais ou nem tanto. Procurem saber mais na Wikipédia. As originais são de um distrito de Piracicaba chamado Tanquinho. Este ano, a 41ª Festa do Milho levou 110 mil pessoas em dois finais de semana, em março. E, com certeza, os orgãos sanitários estiveram lá para conferir. Abraço.

Autor: Beto Brusantin - Piracicaba - SP

Pois é, Beto. Mas sem querer você deu mais um exemplo de como uma charge extrapola seu contexto, sem a menor necessidade, nesta era em que tudo tem que ser mui-to bem ex-pli-ca-di-nho: as pamonhas de Piracicaba e seu controle de qualidade não eram objetos da discussão. Como você mesmo disse, o tema era a produção artesanal de alimentos e sua dificuldade de adaptação às leis que regulam a vigilância sanitária hoje.
Embora todo conhecimento seja importante, não creio que procurar mais na Wikipédia vá lançar mais luz sobre o âmago da questão. Por favor, não se ofenda. E um abraço ao povo de Piracicaba, que já me recebeu com muito carinho no famoso Salão de Humor.
Mauricio Ricardo

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Tobby conversa com o recém falecido Capetão América!