Mundo - Clube dos não alinhados

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Terça-feira, 03 de Março de 2015

Ainda no clima da sua charge do dia 26/02/2015.

Autor: Wandeir - Caldas Novas - GO

E como juiz ele ainda pode nos oferecer o milagre de ver deus, ao vivo, dirigindo um Porsche nas ruas do Rio.
Mauricio Ricardo

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Terça-feira, 03 de Março de 2015

Isso você nunca viu: briga de tratores! kkkkk. Segundo relatos, o prefeito da cidade Alfonso Cunha, no Maranhão, usa um trator para brigar com um fazendeiro.

Autor: Hildemak Soares Sousa - Imperatriz - MA

Caramba! E é o PREFEITO DA CIDADE? Sério? Só não vou dizer pra você que é absurdamente surreal porque... o Brasil é!
Mauricio Ricardo

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Terça-feira, 03 de Março de 2015

Me casei em julho do ano passado e me mudei para a cidade do meu marido, que fica a 2.400 km de onde eu morava. Abri mão de tudo, família, amigos, minha cidade e tudo mais para iniciar essa nova etapa da minha vida, mas desde então estou tendo problemas.
A família dele (principalmente mãe e irmã) e ele não se tocam que agora a família dele é a nossa, que a casa dele é onde moramos.
Eu não quero que ele deixe de conviver com os pais e irmãos, nem que despreze e maltrate, mas há situações, qu,e ao meu ver, são sem cabimento. A mãe liga insistentemente todos os dias para pedir coisas banais como: ir buscar arroz, pagar contas atrasadas, tirar a capa da cadeira (!!!!). A irmã, que tem 30 anos, não pode ver a gente saindo que quer saber onde vamos, o que vamos fazer e, sempre que pode, se convida para ir junto. Sem contar que ela vive se enfiando dentro da nossa casa sem ser convidada.
Entendo que para o meu marido também seja uma situação difícil, mas acho que ele deveria se posicionar para dar limite à família, como disse, sei das obrigações dos filhos para com os pais, acho que ele tem que ajudar em casos inesperados, em emergências, mas ele ter que ficar fazendo coisas corriqueiras e ficar dando satisfação da nossa vida, é uma coisa que já está fora do controle.
Eu não posso fazer nada pelos meus amigos, e pela minha família porque estou nessa distância, vou conseguir visitá-los uma ou duas vezes por ano, e ele não pode nem se controlar para não se envolver nas situações corriqueiras da casa dos pais? Acho injusto.
Me ajude! Estou sendo rabugenta demais? Como posso resolver isso?

Autor: Uma esposa - Fim do Mundo - MA

Rabugenta demais? Claro que não! Quem casa quer casa! Mas cada família tem uma dinâmica diferente. Você pode até ir conversando com ele pra ir podando os excessos, mas pode ir se preparando: aquela paz de casalzinho que você sonhou, que é muito comum em cidades grandes pela própria dificuldade física de locomoção, você jamais terá. A não ser que declare guerra contra a família dele, o que nunca é uma boa política.
Sabe a história dos dois coqueiros se curvarem pra se encontrar no meio do caminho, sem que um dois tenha que se quebrar? É por aí. Favores corriqueiros á parte, já parou pra pensar que eles podem estar preocupados também com o seu acolhimento numa cidade estranha? Que essa proximidade toda pode ser, em parte, por você?
Mauricio Ricardo

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Terça-feira, 03 de Março de 2015

Meu caro M. R., primeiro você nos deixa sem "E-mails comentados" na sexta-feia (até aí tudo bem). Porém, sem os seus clássicos votos de "bom fim de semana" (está agravando). E na segunda não fez nenhuma menção a esse "deslize" (Falta gravíssima). Sua férias foram há poucos dias, então nem vem com essa. Tá tudo bem? Parabéns, pelo excelente trabalho.

Autor: Orlando - São Carlos - SP

Orlando, não tenho nem desculpa pra dar. Realmente meu ofício tá ficando cada vez mais complexo e é um desafio diário não me repetir nas charges, cuidar das redes sociais e me manter informado. Minhas férias foram outro dia, mas o que eu ando precisando mesmo é de um período sabático de uns três meses desligado do mundo, como qualquer artista normal faz anualmente. Mas eu tô nessa labuta há 15 longos anos. Acredite: se você entrasse na minha cabeça por cinco minutos, numa semana em que a falta de inspiração exige maior esforço, você me compreenderia. E VOCÊ me desejaria um bom fim de semana. Maaaaas... show must go on. Desculpaê.
Mauricio Ricardo

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Terça-feira, 03 de Março de 2015

Aqui em Curitiba existe um programa bem interessante pra incentivar a leitura. Se chama tuboteca. Livros são disponibilizados gratuitamente em pontos de ônibus. Você lê e depois devolve em outro ponto qualquer. O problema é a qualidade dos títulos.

Autor: Ericsson - Curitiba - PR

Pra quem não entendeu a gracinha: essa é a capa do meu livro "Jeitosinha, mas vagabunda", que teve uma única tiragem em 2003 e está fora de catálogo há anos. Isso é uma relíquia, Ericsson. E vai virar item de colecionador quando eu bater as botas. Mas claro, não é por isso que você vai roubar e levar pra casa.
Mauricio Ricardo

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Enquanto isso os que não pagam pau pro Bush se reúnem!